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Você tomará a vacina?

Quando saiu a notícia que a vacina Coronavac (desenvolvida pelo Instituto Butantan, em São Paulo, em parceria com o laboratório chinês Sinovac) havia começado a ser testada em voluntários na capital paulista, em julho deste ano, a diretora da Big Festa, Rosana Marques, disse que o corpo até estremeceu. Seu primeiro pensamento foi um só: “Não tomo essa vacina nem que me paguem”.  

Segundo pesquisa do Datafolha, cerca de 9% da população brasileira, algo em torno de 19 milhões de pessoas, não deseja e não irá tomar uma vacina para conter a doença. 

Se este é o pensamento do brasileiro, no mundo, três em cada quatro adultos aceitariam tomar uma vacina contra a Covid-19 se ela estivesse disponível, conforme aponta pesquisa do Instituto Ipsos divulgada a pedido do Fórum Econômico Mundial. O Ipsos ouviu quase 20 mil adultos em 27 países. 

Atualmente, quatro vacinas estão em fase de testes clínicos no Brasil e são feitas pelos laboratórios Sinovac (China), AstraZeneca (Inglaterra), Johnson & Johnson (Estados Unidos) e outra de uma parceria entre Pfizer (Estados Unidos) e BioNTech (Alemanha). Algumas delas estão sendo financiadas por grandes conglomerados financeiros, grandes empresas, mas, qual o objetivo desta aposta? 

Na maioria dos levantamentos feitos, as quatro objeções mais comuns às vacinas são: 1 – segurança; 2 – se é necessária; 3 – não existe confiança no corpo científico e nas empresas farmacêuticas e; por fim 4 – a incerteza percebida na ciência. 

IMUNIDADE DE REBANHO 

Cientistas e pesquisadores informam que, para chegar a uma cobertura excelente e criar imunidade de rebanho, é necessário que uma quantidade suficiente da população esteja imune para tornar rara a propagação da infecção. Uma vacina pode ser de 70% a 75% eficaz, mas se apenas dois terços da população forem vacinados, é “improvável” que essa imunidade coletiva seja alcançada. 

Para obter imunidade coletiva, os atuais níveis de disposição em tomar a vacina na França, Alemanha e Holanda (71%) podem ser insuficientes para atingir esse limite. 

Veja o que pensam os moradores brasileiros na Bélgica 

ROSANA MARQUES (Big Festa) – Eu acredito que a vacina é uma forma de controlar a humanidade, foi comprovado que o vírus foi desenvolvido pelo homem com a pretensão de dominar o homem. Tudo isso é um jogo de poder e interesses. Para mim começamos a era do Apocalipse, o início das dores do parto, e temos que ficarmos atentos e vigilantes, porque está acontecendo o que a palavra de Deus diz. O que está na Bíblia se cumpre, sempre. 

FELIPE FERNANDES PATURY (Psicólogo clínico) – A vacinação é uma política de saúde pública, com fortes bases históricas e científicas, determinada por epidemiologistas. Há muita desinformação sobre as vacinas, porém elas vêm salvando milhões de vidas ao longo do último século, erradicando doenças como a pólio e a varíola. Como profissional da saúde, estou em contato direto com pessoas de risco. Me vacinar é uma questão de proteger o meu próximo. 

CALIXTO ABDALLA RASSI JR (Pastor da Igreja Videira Bruxelas) – Meu raciocínio está em cima da liberdade que cada um terá, pois a vacinação será gratuita e não será obrigatória. Temos muitos tipos de vacinas que são usadas há muitos anos e essa é uma solução já conhecida de todos. Não cabe misticismo religioso nem tampouco ser conduzido pelos inúmeros boatos da internet. Deus nos deu fé para crer no melhor e inteligência para pensarmos e decidirmos. 

Tiago 1:5 – Se, porém, algum de vós necessita de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e nada lhes impropera; e ser-lhe-á concedida. 

Por Gregório José 

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